Sunday, January 27, 2008
Saturday, January 26, 2008
Wednesday, January 09, 2008
Just another day..
I'm feeling quite sad since a long time ago. I know well the reason. No one is guilty.
Thursday, January 03, 2008
NME TV
I've been thinking in writing some posts in English.
First of all, I would like to wish an Happy New Year to everyone that come round here.
Next, I would like to share a feeling; 2008 it will be a wonderful year. Trust me!
First of all, I would like to wish an Happy New Year to everyone that come round here.
Next, I would like to share a feeling; 2008 it will be a wonderful year. Trust me!
Monday, July 30, 2007
A imagem da perfeição
O facto de querer construir apenas objectos perfeitos, conduz inevitavelmente à desilusão.
A perfeição é inatingível. A busca da perfeição, com as suas consequentes etapas e imperfeições várias, é reflexo de boa conduta.
Viver em constante refinamento em vez da obrigação de fazer sempre bem e correcto, é um desafio.
A perfeição é inatingível. A busca da perfeição, com as suas consequentes etapas e imperfeições várias, é reflexo de boa conduta.
Viver em constante refinamento em vez da obrigação de fazer sempre bem e correcto, é um desafio.
Tuesday, January 02, 2007
Sunday, December 17, 2006
bitsound's podcast
A experiência de gravar um podcast é semelhante à gravação de uma cassete com a compilação daquelas músicas que gostamos muito e que gostamos de partilhar. A diferença é que as cassetes eram direcionadas para alguém em particular, o podcast não tem público alvo definido, é para quem o encontre e tenha interesse em ouvi-lo.
Mais um excelente podcast para a minha lista do iTUNES.
Mais um excelente podcast para a minha lista do iTUNES.
A exuberância
DISPÊNDIO: Figura pela qual o sujeito apaixonado aspira e hesita simultaneamente em colocar o amor numa economia do puro gesto, da perda «para nada».
O discurso de amor não está desprovido de cálculos: medito, por vezes conto, seja para obter tal satisfação, para evitar tal mágoa, seja para impor interiormente ao outro, num movimento de humor, o tesouro dos artifícios que delapido para nada em seu favor (ceder, esconder, não ferir, divertir, convencer, etc.). Mas estes cálculos não são mais do que impaciências: nenhum pensamento de um ganho final: o Dispêndio está aberto, até ao infinito, a força deriva, sem objectivo (o objecto amado não é um objectivo: é um objecto-coisa, não um objecto-fim).
Fragmentos de um discurso amoroso.
Roland Barthes
colecção Signos - edições 70
O discurso de amor não está desprovido de cálculos: medito, por vezes conto, seja para obter tal satisfação, para evitar tal mágoa, seja para impor interiormente ao outro, num movimento de humor, o tesouro dos artifícios que delapido para nada em seu favor (ceder, esconder, não ferir, divertir, convencer, etc.). Mas estes cálculos não são mais do que impaciências: nenhum pensamento de um ganho final: o Dispêndio está aberto, até ao infinito, a força deriva, sem objectivo (o objecto amado não é um objectivo: é um objecto-coisa, não um objecto-fim).
Fragmentos de um discurso amoroso.
Roland Barthes
colecção Signos - edições 70
Sunday, December 03, 2006
«Destruo-me, sucumbo...»
O que é a destruição senão um aniquilamento oportuno? Não me seria difícil ver nele, não um repouso, mas uma emoção? Disfarço o meu luto numa fuga; diluo-me, desmaio para escapar a esta dureza, a este estrangulamento, que faz de mim um sujeito responsável: saio: é o êxtase.
Fragmentos de um discurso amoroso.
Roland Barthes
Fragmentos de um discurso amoroso.
Roland Barthes
Saturday, November 25, 2006
. . . . . BitSound
Monday, November 13, 2006
A espera é um delírio
O ser que espera não é real. Tal como o seio da mãe para o recém-nascido, «crio-o e recrio-o sem cessar a partir da minha capacidade de amar, a partir da necessidade que tenho dele»: o outro chega ali onde o espero, ali onde já o criei. E, se ele não chega, alucino-o: a espera é um delírio.
Winnicott
Fragmentos de um discurso amoroso. Roland Barthes
Winnicott
Fragmentos de um discurso amoroso. Roland Barthes
Sunday, November 12, 2006
A minha lista de podcasts
Eles são um espectáculo!
Íntima Fracção
[percepções]
APNEIA
Como no cinema
Sena Santos
Vidro Azul
Miss Tapes
Muito obrigado a todos.
Íntima Fracção
[percepções]
APNEIA
Como no cinema
Sena Santos
Vidro Azul
Miss Tapes
Muito obrigado a todos.
Monday, November 06, 2006
Camera Obscura: Country Mile
Country Mile
Silver Birch against a Swedish sky
The singer in the band made me want to cry
We're all inside our own heads now
We are leaving new friends
We are leaving this town
I wish you could be here with me
I would show you off like a trophy
The road it winds, it twists, it turns, now my stomach burns
Once again I'll be the foolish one
Thinking a blink of these lashes would make you come
Don't you worry, don't get in a state
I don't believe in true love anyway
Who's being pessimistic now
I could document this as our first and our last row
The more you look forlorn, the more to you I warm
I won't be seeing you for a long while
I hope it's not as long as a country mile
I feel lost
Silver Birch against a Swedish sky
The singer in the band made me want to cry
We're all inside our own heads now
We are leaving new friends
We are leaving this town
I wish you could be here with me
I would show you off like a trophy
The road it winds, it twists, it turns, now my stomach burns
Once again I'll be the foolish one
Thinking a blink of these lashes would make you come
Don't you worry, don't get in a state
I don't believe in true love anyway
Who's being pessimistic now
I could document this as our first and our last row
The more you look forlorn, the more to you I warm
I won't be seeing you for a long while
I hope it's not as long as a country mile
I feel lost
Saturday, November 04, 2006
Crossing Over
A recombinação, ou permutação (ou ainda, em inglês, "crossover") é um fenômeno que ocorre durante a prófase da meiose, em que os cromatídeos homólogos, mas não irmãos, se entrelaçam, sofrem quebras e fazem permuta de segmentos cromossómicos, havendo assim troca de genes; serve para aumentar a variabilidade genética das células-filhas.
Pela terceira vez altero o nome do blog. Novas estratégias pairam no horizonte.
Pela terceira vez altero o nome do blog. Novas estratégias pairam no horizonte.
Tuesday, October 31, 2006
Tuesday, October 03, 2006
Hi, what's up?
Alimentar um blog é tarefa díficil. Três é impossível.
O Lonely Soul vai continuar a ser um blog intermitente mas vai continuar.
De resto tudo mais ou menos igual.
O Lonely Soul vai continuar a ser um blog intermitente mas vai continuar.
De resto tudo mais ou menos igual.
Saturday, January 07, 2006
Tuesday, March 01, 2005
Thursday, February 10, 2005
A solidão do apaixonado
A solidão do apaixonado não é uma solidão de pessoa (o amor confia-se, fala-se, conta-se), é uma solidão de sistema (talvez porque sou incessantemente abatido pelo solipsismo do meu discurso). Difícil paradoxo: posso ser ouvido por todos (o amor vem dos livros, o seu dialecto é corrente), mas só posso ser escutado (recebido «profeticamente») pelos sujeitos que têm exactamente e presentemente a mesma linguagem que eu. Os apaixonados, diz Alcibíades, assemelham-se aos que foram mordidos por uma víbora: «Não querem, diz-se, falar do seu acidente a ninguém, excepto àqueles que dele já foram vítimas, por serem estes os únicos capazes de compreender e desculpar tudo o que eles ousaram dizer e fazer sob o efeito das dores»: miserável tropa dos «Defuntos famélicos», dos Suicidas de amor (quantas vezes se não suicida um mesmo apaixoando?), a quem nenhuma grande linguagem (se não for, fragmentariamente, a do Romance passado) empresta a voz.
Roland Barthes, Fragmentos de um discurso amoroso
Roland Barthes, Fragmentos de um discurso amoroso
Wednesday, February 09, 2005
É Assim a Música
A música é assim: pergunta,
insiste na demorada interrogação
- sobre o amor?, o mundo?, a vida?
Não sabemos, e nunca
nunca o saberemos.
Como se nada dissesse vai
afinal dizendo tudo.
Assim: fluindo, ardendo até ser
fulguração - por fim
o branco silêncio do deserto.
Antes porém, como sílaba trémula,
volta a romper, ferir,
acariciar a mais longínqua das estrelas.
Eugénio de Andrade, Poesia
insiste na demorada interrogação
- sobre o amor?, o mundo?, a vida?
Não sabemos, e nunca
nunca o saberemos.
Como se nada dissesse vai
afinal dizendo tudo.
Assim: fluindo, ardendo até ser
fulguração - por fim
o branco silêncio do deserto.
Antes porém, como sílaba trémula,
volta a romper, ferir,
acariciar a mais longínqua das estrelas.
Eugénio de Andrade, Poesia
Subscribe to:
Posts (Atom)



